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            <title>
									Praça Pública Eröl Gani - Reino da Kováquia Fórum				            </title>
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            <description>Reino da Kováquia Fórum de Discussão</description>
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                        <title>Dom Pedro II e o imperador austro-húngaro Francisco José I</title>
                        <link>https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/dom-pedro-ii-e-o-imperador-austro-hungaro-francisco-jose-i/</link>
                        <pubDate>Fri, 22 May 2026 13:53:34 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Pouca gente sabe, mas o imperador do Brasil Dom Pedro II e o imperador austro-húngaro Francisco José I eram parentes. A mãe de Dom Pedro II, a arquiduquesa Maria Leopoldina da Áustria, era i...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p><span>Pouca gente sabe, mas o imperador do Brasil Dom Pedro II e o imperador austro-húngaro Francisco José I eram parentes. A mãe de Dom Pedro II, a arquiduquesa Maria Leopoldina da Áustria, era irmã do arquiduque Francisco Carlos, pai de Francisco José. Ou seja, Dom Pedro II e Francisco José eram primos de primeiro grau.</span><br class="html-br" /><br class="html-br" /><span>Além da ligação familiar, existia entre eles uma relação de respeito e admiração. Ambos governaram por décadas em um período de grandes transformações políticas, tecnológicas e sociais no mundo. Enquanto Dom Pedro II buscava modernizar o Brasil com incentivo à ciência, educação e infraestrutura, Francisco José enfrentava os desafios de manter unido o vasto Império Austro-Húngaro em meio às tensões nacionalistas da Europa.</span><br class="html-br" /><br class="html-br" /><span>Durante suas viagens pela Europa, Dom Pedro II foi recebido por diversos chefes de Estado, incluindo Francisco José, com quem manteve uma relação diplomática cordial e marcada pelo respeito mútuo. Os dois eram vistos como monarcas cultos, discretos e profundamente comprometidos com o dever de governar.</span><br class="html-br" /><br class="html-br" /><span>Existe até uma curiosa semelhança entre eles: ambos viveram o peso das mudanças do seu tempo e terminaram vendo seus impérios enfraquecidos. Dom Pedro II foi deposto em 1889 com a Proclamação da República no Brasil, enquanto Francisco José testemunhou as crises que antecederam o fim do Império Austro-Húngaro após sua morte, em 1916.</span><br class="html-br" /><br class="html-br" /><span>Dois imperadores, dois continentes diferentes, mas unidos pelos laços de sangue, pela diplomacia e pelo desafio de governar em um século marcado por profundas transformações.</span><span> </span></p>
<div class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz xkrqix3 x1sur9pj xzsf02u x1s688f" role="button"><img src="https://scontent.ffec13-1.fna.fbcdn.net/v/t39.30808-6/705420424_10225942865116646_6517996885166836491_n.jpg?_nc_cat=106&amp;ccb=1-7&amp;_nc_sid=aa7b47&amp;_nc_eui2=AeFh1Hlxsld6E8U9hbkUdxqhPwOgghKgWSw_A6CCEqBZLH1ihPySi23lEmQ0d7H4SR-V01u7tDxqapeKYwJdmYlw&amp;_nc_ohc=cPO_LqQwb7UQ7kNvwH0WJy9&amp;_nc_oc=Adoo0ZTVi8JfjRbOF3tcon-TIzsqmuOlR4y8ljz6P5LxYYS8H-jENdgT84c9q95oyI0&amp;_nc_zt=23&amp;_nc_ht=scontent.ffec13-1.fna&amp;_nc_gid=TibD_Mj0qPe6ZTN5QOThtw&amp;_nc_ss=7f2a8&amp;oh=00_Af5xoiwtgmjnLZPOqUJ5HUsFBwM7Gh-El2aFtyp2HjC-Ug&amp;oe=6A163321" alt="Pode ser uma imagem de texto" /></div>]]></content:encoded>
						                            <category domain="https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/">Praça Pública Eröl Gani</category>                        <dc:creator>SG Fabricius Zoran</dc:creator>
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                    </item>
				                    <item>
                        <title>Susa: Encontro sobre a genealogia da Saboia</title>
                        <link>https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/susa-encontro-sobre-a-genealogia-da-saboia/</link>
                        <pubDate>Tue, 05 May 2026 23:15:57 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[O Castelo de Adelaide – Museu Arqueológico Cívico da Cidade de Susa anuncia, como parte da exposição &quot; Os Saboia. Mil Anos de História e Poder &quot;, o lançamento do livro &quot; SAVOIA. A Árvore Gen...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p><span>O Castelo de Adelaide – Museu Arqueológico Cívico da Cidade de Susa anuncia, como parte da exposição "<span> </span></span><em><a href="https://www.notiziarioaraldico.info/2026042123638/i-savoia-mille-anni-di-storia-e-potere/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="23638"><span>Os Saboia. Mil Anos de História e Poder</span></a></em><span><span> </span>", o lançamento do livro "<span> </span></span><em><a href="https://www.notiziarioaraldico.info/2025082922389/savoia-lalbero-genealogico-e-i-protagonisti-della-dinastia/" data-type="post" data-id="22389"><span>SAVOIA. A Árvore Genealógica e os Protagonistas da Dinastia</span></a></em><span><span> </span>", de Andrea Carnino e Pierangelo Calvo. O evento está marcado para sexta-feira, 8 de maio de 2026, às 17h30, no Castelo de Adelaide, localizado na Via Impero Romano, em Susa. A entrada é gratuita. Os autores estarão presentes e participarão de um debate com o público, mediado pelo diretor do Castelo de Adelaide. Após o evento, haverá um encontro informal com os participantes.</span></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img class="wp-image-23639" src="https://www.notiziarioaraldico.info/wp-content/uploads/2026/04/I-Savoia-Mille-anni-di-storia-e-potere-202604GG-CASTELLO-DI-SUSA-veduta-1024x683.jpg" alt="Castelo de Susa" width="400" />
<figcaption><span>Foto do Museu Cívico do Castelo de Susa: Vista da mansão.</span></figcaption>
</figure>
</div>
<p><strong><span>O volume e o conteúdo genealógico</span></strong></p>
<p><span>Os organizadores descrevem o volume como "<span> </span></span><em><span>uma obra única em seu gênero: cada capítulo é dedicado a um soberano, desde Umberto I Biancamano, fundador da dinastia, até o rei Umberto II, cada um acompanhado de sua respectiva árvore genealógica</span></em><span><span> </span>". Através dos casamentos dos descendentes, o leitor pode acompanhar "<span> </span></span><em><span>os numerosos laços de parentesco que ligaram a Casa de Saboia às mais importantes Casas Imperiais e Reais da Europa</span></em><span><span> </span>", com uma seção específica dedicada aos ramos cadetes e uma grande árvore genealógica final conectando os Biancamano aos membros atuais da família. O texto, escrito em formato acessível, entrelaça a história dinástica com as residências, as famílias nobres locais — incluindo os Provana — e as relações com os municípios piemonteses, incluindo episódios como a venda dos povoados de Buttigliera, Uriola e Nicola em 1618 e a subsequente investidura de Giovanni Carron em 1619.</span></p>
<p><span>Um elemento metodológico particularmente interessante é a presença, em cada capítulo, de um código QR que direciona para estudos aprofundados constantemente atualizados, estabelecendo o volume como uma ferramenta aberta a contribuições de autores e leitores. O prefácio é de Bruna Bertolo, enquanto a introdução é de Sua Alteza Real o Príncipe Sérgio da Iugoslávia, filho de Sua Alteza Real a Princesa Maria Pia de Saboia.</span></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img class="wp-image-23725" src="https://www.notiziarioaraldico.info/wp-content/uploads/2026/05/Castello-di-Racconigi-albero-genealogico-savoia-Adolfo-Dalbesio-1905-1906-1024x754.jpg" alt="Genealogia da Saboia" width="400" />
<figcaption><span>Árvore genealógica da família Savoy, pintada por Adolfo Dalbesio entre 1905 e 1906, e conservada no Castelo de Racconigi.</span></figcaption>
</figure>
</div>
<p><strong><span>Os autores e o contexto da exposição</span></strong></p>
<p><span>O comunicado de imprensa fornece informações biográficas sobre os dois autores, ambos atuantes na divulgação histórica e na publicação digital, com foco particular na história da Casa de Saboia e na promoção de arquivos familiares e museus etnográficos rurais. O lançamento do livro integra o programa de estudos aprofundados que acompanha a exposição "<span> </span></span><em><span>Os Saboia: Mil Anos de História e Poder</span></em><span><span> </span>", realizada no castelo, e sucede o lançamento anterior de um livro de Bruna Bertolo, confirmando a continuidade das iniciativas dedicadas à história da dinastia.</span></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img class="wp-image-23640" src="https://www.notiziarioaraldico.info/wp-content/uploads/2026/04/I-Savoia-Mille-anni-di-storia-e-potere-202604GG-CASTELLO-DI-SUSA-Vetrina-espositiva-819x1024.jpg" alt="janela de exibição" width="350" />
<figcaption><span>Foto do Museu Cívico do Castelo de Susa – Exposição "Os Saboia. Mil Anos de História e Poder": Uma vitrine da exposição</span></figcaption>
</figure>
</div>
<p><strong><span>Susa Svelata e iniciativas relacionadas</span></strong></p>
<p><span>Por ocasião da apresentação, o Castelo de Adelaide anuncia o retorno de "<span> </span></span><em><span>Susa Desvelada. Contos e Sombras ao Luar</span></em><span><span> </span>", uma série de visitas guiadas teatrais coproduzidas pela Associação Revejo e pela Associação Artemide, em colaboração com a companhia de teatro DDT e a guia turística licenciada Stella Dicasagrande. A primeira etapa da edição de 2026, agendada para sexta-feira, 23 de maio, será dedicada à Casa de Saboia, em conjunto com a exposição realizada no castelo, como parte de um programa de seis noites distribuído entre maio e setembro.</span></p>
<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-stripes">
<table>
<tbody>
<tr>
<td> </td>
<td><br /><br /><strong><span>Pierangelo Calvo</span></strong><br /><br /><img class="size-large is-resized" src="https://www.notiziarioaraldico.info/wp-content/uploads/2026/05/Pierangelo-Calvo-2025-autore.jpeg" alt="Calvo" /><br /><br /><span>, nascido em Chivasso em 1958, é membro do Colégio Agrotecnici da Província de Turim desde 1990 e, de 1990 a 2018, foi o gerente administrativo da empresa familiar.<span> </span>Em</span><br /><br /><span>1997, iniciou a restauração de uma das casas familiares mais antigas, transformando-a em um singular museu etnográfico rural. Após a nomeação do Papa Jorge Bergoglio, exibiu diversos documentos em exposições que narram a história de sua família, originária de Robella d'Asti, os quais estão guardados nos arquivos rurais da mesma casa.</span><br /><br /><span>Apaixonado pela história da Saboia na região de Pinerolo desde 2004, organizou exposições temáticas sobre a área em espaços públicos e privados. Desde 2018, escreve cerca de 60 artigos de história para a coluna que lhe é atribuída pelo jornal online "Nonsolocontro", criado por Nadia Bergamini, jornalista do La Stampa di Torino. Ele é um dos fundadores da associação "Gli amici del passato", por meio da qual trabalha para preservar e valorizar a memória histórica local e nacional. Desde que se aposentou, é professor de história nas Universidades da Terceira Idade de Rivoli, Leinì e Volpiano desde 2022</span><br /><span class="has-inline-color has-white-color"><span>.</span></span></td>
<td> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-stripes">
<table>
<tbody>
<tr>
<td> </td>
<td><br /><span>Biografia:</span><br /><strong><span>Andrea Carnino</span></strong><br /><br /><img class="size-large is-resized" src="https://www.notiziarioaraldico.info/wp-content/uploads/2026/05/Andrea-Carnino-2025-autore.jpeg" alt="Carnino" /><br /><br /><span>, natural de Avigliano, sempre teve paixão por história.</span><br /><br /><span>Após concluir o mestrado em Administração de Empresas, em 2021, inscreveu-se no Registro de Jornalistas na categoria de Publicistas.</span><br /><br /><span>Colabora com o jornal online Il Torinese.it e com a Agência de Imprensa Tricolore. Há anos atua como comunicador histórico, lecionando em diversos institutos universitários. Graças à sua consultoria, vários municípios do Piemonte e da Ligúria aderiram à Associação de Sítios Históricos Grimaldi di Monaco, na Itália.</span><br /><br /><span>Publicou os  livros<span> </span></span><em><span>"Esperança e Memória: Um Almanaque de Festas Populares e Tradições Antigas na Itália e na Europa"<span> </span></span></em><span><span class="has-inline-color has-white-color">e "</span><span> </span> Vislumbres <span> </span></span><em><span>da Vida, da História e da Natureza"</span></em><span><span> </span>.</span><br /><span class="has-inline-color has-white-color"></span></td>
<td> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<p><span>Artigos relacionados:<span> </span></span><a href="https://www.notiziarioaraldico.info/2026042123638/i-savoia-mille-anni-di-storia-e-potere/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="23638"><span>"A Casa de Saboia. Mil Anos de História e Poder"</span></a><span><span> </span>;<span> </span></span><a href="https://www.notiziarioaraldico.info/2025082922389/savoia-lalbero-genealogico-e-i-protagonisti-della-dinastia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="22389"><span>"A Casa de Saboia. A Árvore Genealógica e os Protagonistas da Dinastia"</span></a></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img class="wp-image-22390" src="https://www.notiziarioaraldico.info/wp-content/uploads/2025/08/Savoia.-Lalbero-genealogico-e-i-protagonisti-della-dinastia-20250829-Calvo-Pierangelo-e-Carnino-Andrea-copertina-724x1024.jpg" alt="cobrir" width="350" />
<figcaption><span>Capa do livro "Savoy. The Family Tree and the Protagonists of the Dynasty", de Pierangelo Calvo e Andrea Carnino, publicado pela Susa Libri, 2025.</span></figcaption>
</figure>
</div>]]></content:encoded>
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				                    <item>
                        <title>Lições de etiqueta para princesas bobas</title>
                        <link>https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/licoes-de-etiqueta-para-princesas-bobas/</link>
                        <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:19:17 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Ensinando etiqueta à polícia? Talvez ela não seja tão burra assim...Uma busca nos registros foi feita esta manhã, mas não foi encontrado nenhum boletim de ocorrência de uma garota desapareci...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<table class="tr-caption-container" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="tr-caption"><b><span><i><span>Ensinando etiqueta à polícia? Talvez ela não seja tão burra assim...</span><br /><span>Uma busca nos registros foi feita esta manhã, mas não foi encontrado nenhum boletim de ocorrência de uma garota desaparecida que correspondesse à descrição daquela que a polícia chama de "a Princesa Burra". </span></i></span></b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><span><i><br /></i></span></b><span></span></p>
<div><b><span><span>Uma agente misteriosa dá uma lição de etiqueta a um policial — mantendo, de forma bem-humorada, a recusa em revelar sua identidade; deixando as autoridades perplexas.</span></span></b></div>
<div><b><span><br /><span>O mistério em torno da identidade da bela jovem presa na madrugada de ontem, acusada de violar o toque de recolher, se aprofundou nesta manhã, quando todos os esforços do agente de justiça juvenil, Leo Warden, para descobrir seu nome foram em vão. Uma busca nos registros foi realizada nesta manhã, mas não foi encontrado nenhum registro de uma jovem desaparecida que correspondesse à descrição daquela que a polícia chama de "a Princesa Muda". </span></span></b><br />
<div><b><span> </span></b></div>
<div><b><span><span>Pelo que a polícia conseguiu apurar, ela é uma pequena e teimosa mulher de beleza singular, completamente sozinha e sem laços familiares que permitam localizá-la. "Por favor, diga-me o seu nome?", perguntou o policial Marden a ela esta manhã. "O quê?", respondeu ela, arqueando as sobrancelhas. "Quer dizer que está me fazendo essa pergunta de novo? Por que não diz: 'Bem, senhorita ______' e espera que eu complete o nome? Depois diz: 'Quando a senhora deseja ir para casa? Vou chamar uma secretária eletrônica para a senhora.' Veja bem, se você perguntar assim, posso me esquecer e dizer meu nome, mas você pergunta 'Qual é o seu nome?' e me encara como se fosse me devorar. Não é assim que se aprende algo com uma dama." </span></span></b></div>
<div><b><span> </span></b></div>
<div><b><span><span>“Ora, veja bem, senhorita, se a senhora me escrever o regulamento específico que deseja que eu siga, terei prazer em lê-lo para a senhora, mas sabe que antes de tudo sou um policial e perdi meu livro de regras.” “Ora, que coisa mais vulgar!”, respondeu ela, olhando-o com desdém. “Por favor, me deixe em paz.” A polícia não chegou a este ponto.  </span></span></b><span><b><span>Ela insiste que tem 19 anos, e o policial Warden declara que ela não tem mais de 16, e talvez nem isso. A menos que ela revele sua identidade hoje, provavelmente será levada ao Juizado da Infância e da Juventude para que os juízes tenham a oportunidade de interrogá-la. </span></b></span><br /><b><span><br /></span></b><b><span></span></b><b><span> </span></b></div>
<div>
<table class="tr-caption-container" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEher-233Czm7VQdmveREIuNevQmJf3fiUlHVmBJ1Ap4wEuMNXXlSZ4UCdmXygWo4CRAEC6dB2aRXQQkOKbHhYBhQvBPS9CL-KtrvJ8BIwwemizp-EeVMvHnK87qAPHC1ct2z2mTmnukAfHZ/s1600/Dumb+Princess.jpg"><img style="margin-left: auto;margin-right: auto" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEher-233Czm7VQdmveREIuNevQmJf3fiUlHVmBJ1Ap4wEuMNXXlSZ4UCdmXygWo4CRAEC6dB2aRXQQkOKbHhYBhQvBPS9CL-KtrvJ8BIwwemizp-EeVMvHnK87qAPHC1ct2z2mTmnukAfHZ/s640-rw/Dumb+Princess.jpg" width="353" height="640" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption"><b><span><i><span>Você a conhece? Esta é a garota misteriosa cujo rosto angelical intriga a polícia. Eles não conseguem descobrir quem ela é. E você?</span></i></span></b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div><b><span><span>Ela tem olhos cor de avelã, cabelos castanho-escuros, levemente cacheados, tez clara, traços muito regulares e dentes brancos e firmes, quase matematicamente alinhados. Tem cerca de um metro e sessenta e cinco de altura e é bastante esbelta. Com o chapéu, como o usa, poderia aparentar ter 18 ou 19 anos, mas sem ele, seu rosto muito juvenil fica evidente. Tentou-se identificá-la por meio de uma professora de uma escola em Vernon, que tinha uma aluna desaparecida, mas sem sucesso. </span><span>— The Los Angeles Herald, 1912</span></span></b><br /><b><span><br /></span></b></div>
</div>]]></content:encoded>
						                            <category domain="https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/">Praça Pública Eröl Gani</category>                        <dc:creator>SG Fabricius Zoran</dc:creator>
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				                    <item>
                        <title>Ordem do Cavaleiro em Windsor Visita de Estado belga à Noruega</title>
                        <link>https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/ordem-do-cavaleiro-em-windsor-visita-de-estado-belga-a-noruega/</link>
                        <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 21:32:08 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Sua Alteza Real, o Príncipe de Gales, confere o título de Cavaleiro a Sir Roy Clarke, de 96 anos, criador de Last of the Summer Wine, durante uma cerimônia de investidura no Castelo de Winds...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!IA_Q!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F535a8230-e98c-458d-93a0-d5bdf3a33317_1094x938.png" /></p>
<p><span>Sua Alteza Real, o Príncipe de Gales, confere o título de Cavaleiro a Sir Roy Clarke, de 96 anos, criador de Last of the Summer Wine, durante uma cerimônia de investidura no Castelo de Windsor em 24 de março de 2026. Foto: Casa Real / Palácio de Buckingham.</span></p>]]></content:encoded>
						                            <category domain="https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/">Praça Pública Eröl Gani</category>                        <dc:creator>SG Fabricius Zoran</dc:creator>
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                        <title>𝐃. 𝐒𝐚𝐧𝐜𝐡𝐨 𝐈. Filho de D. Afonso Henriques, o &quot;Povoador&quot;</title>
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                        <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:35:03 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[𝐍𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟐𝟔 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜̧𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟐𝟏𝟏, 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐞𝐝𝐢𝐮-𝐬𝐞 𝐝𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐫𝐞𝐢, 𝐃. 𝐒𝐚𝐧𝐜𝐡𝐨 𝐈. Filho de D. Afonso Henriques, o &quot;Povoador&quot; herdou a difícil tarefa de consolidar as fronteiras de um reino ...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<div class="xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs x126k92a">
<div dir="auto">𝐍𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟐𝟔 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜̧𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟐𝟏𝟏, 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐞𝐝𝐢𝐮-𝐬𝐞 𝐝𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐫𝐞𝐢, 𝐃. 𝐒𝐚𝐧𝐜𝐡𝐨 𝐈. Filho de D. Afonso Henriques, o "Povoador" herdou a difícil tarefa de consolidar as fronteiras de um reino ainda jovem e frágil. Mais do que um guerreiro, Sancho I foi um visionário que compreendeu que a força de uma nação reside nas suas gentes. 𝐃𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐫𝐞𝐢𝐧𝐚𝐝𝐨, 𝐩𝐫𝐨𝐦𝐨𝐯𝐞𝐮 𝐨 𝐩𝐨𝐯𝐨𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐯𝐚𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐚́𝐫𝐞𝐚𝐬 𝐝𝐨 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨, 𝐟𝐮𝐧𝐝𝐨𝐮 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐞 𝐯𝐢𝐥𝐚𝐬, 𝐞 𝐢𝐧𝐜𝐞𝐧𝐭𝐢𝐯𝐨𝐮 𝐚 𝐚𝐠𝐫𝐢𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚, 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐫𝐭𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐯𝐢𝐛𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬.</div>
</div>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">A relevância do seu governo reside na transição da conquista para a organização. D. Sancho I soube equilibrar a defesa militar com o desenvolvimento económico, atraindo colonos e concedendo forais que garantiam direitos às populações. Sob o seu comando, o reino ganhou estrutura e coesão, permitindo que Portugal se afirmasse como uma entidade política estável na Península Ibérica. Recordar D. Sancho I é celebrar o monarca que plantou as raízes da nossa identidade territorial.</div>
</div>
<div dir="auto"> </div>
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                        <title>Resenha Histórica dos Reis de Portugal</title>
                        <link>https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/resenha-historica-dos-reis-de-portugal/</link>
                        <pubDate>Tue, 03 Mar 2026 14:15:25 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Borgonha / Avis / Áustria / Bragança
&nbsp;
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                        <content:encoded><![CDATA[<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph" style="text-align: center"><strong>Borgonha / Avis / Áustria / Bragança</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Território designado por “Terra Portucalense”, estava situado na parte ocidental do Reino de Leão. O passo decisivo para a formação do Reino de Portugal foi dado pelo Rei de Leão Afonso VI, quando entrega a seu genro<span> </span><strong>D. Henrique de Borgonha</strong>, os territórios que tinha ao sul do rio Minho, constituindo assim o Condado Portucalense.</p>
<figure class="wp-block-image size-medium is-resized is-style-default"><img class="wp-image-435" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/os-condes-d.-henrique-e-d.-teresa.jpg?w=300" alt="" width="348" data-attachment-id="435" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/os-condes-d-henrique-e-d-teresa/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/os-condes-d.-henrique-e-d.-teresa.jpg" data-orig-size="1369,1146" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;HP pstc4200&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="os-condes-d.-henrique-e-d.-teresa" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/os-condes-d.-henrique-e-d.-teresa.jpg?w=300" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/os-condes-d.-henrique-e-d.-teresa.jpg?w=937" />
<figcaption>Conde D. Henrique e sua mulher D. Teresa</figcaption>
</figure>
<p class="wp-block-paragraph">O Conde D. Henrique e sua mulher<span> </span><strong>Dona Teresa</strong>, tudo fizeram para tornar o seu Condado cada vez mais independente do Reino de Leão. Mais tarde, seu filho<span> </span><strong>D. Afonso Henriques</strong><span> </span>(1128-1185) conseguiria a tão almejada autonomia, tornando-se no primeiro Rei de Portugal (1139).</p>
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill">
<figure class="wp-block-media-text__media"><img class="wp-image-437" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/d.-afonso-henriques.jpg?w=328" alt="" width="328" height="598" data-attachment-id="437" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/d-afonso-henriques/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/d.-afonso-henriques.jpg" data-orig-size="328,598" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="d.-afonso-henriques" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/d.-afonso-henriques.jpg?w=165" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/d.-afonso-henriques.jpg?w=328" /></figure>
<div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">Depois das guerras pela independência, que terminam com a assinatura do Tratado de Paz, em Zamora (1143), realizado entre D. Afonso I de Portugal e D. Afonso VII de Leão, o Rei de Leão reconhece a D. Afonso Henriques o título de Rei. D. Afonso Henriques irá continuar a reconquista do território que estava nas mãos dos Mouros, iniciando um período de avanço para o sul. Assim, dão-se a Conquista de Leiria (1145), Tomada de Santarém e Conquista de Lisboa (1147), Tomada de Alcácer do Sal (1158), Tomada de Beja (1162), Conquista de Évora (1165), Tomada de Serpa, Moura e Juromenha (1166).</p>
</div>
</div>
<p class="wp-block-paragraph">Em 1179 através da Bula<span> </span><em>Manifestatis Probatum</em>, o Papa Alexandre III reconhece a D. Afonso o título de Rei. </p>
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill">
<figure class="wp-block-media-text__media"><img class="wp-image-439" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/d.-afonso_iii.jpg?w=469" alt="" width="469" height="594" data-attachment-id="439" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/d-afonso_iii/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/d.-afonso_iii.jpg" data-orig-size="469,594" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="d.-afonso_iii" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/d.-afonso_iii.jpg?w=237" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/d.-afonso_iii.jpg?w=469" /></figure>
<div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">Com a Fundação do Reino de Portugal, inicia-se também a Primeira Dinastia, chamada de Borgonha, ou Afonsina. Seu filho, o Rei<span> </span><strong>D. Sancho I</strong>, continuará a reconquista do território aos Mouros, sendo continuado nesta obra por seu filho o Rei D. Afonso II, e pelos filhos deste os Reis<span> </span><strong>D. Sancho II</strong><span> </span>e<span> </span><strong>D. Afonso III.</strong><span> </span>No ano de 1249, D. Afonso III concluirá  a Conquista do Algarve com a tomada de Faro, Albufeira, Loulé e Aljezur. Também neste reinado será celebrado o Tratado de Badajoz (1267), pelo qual o Rei de Castela reconhece a Portugal o direito à posse do Algarve.</p>
</div>
</div>
<p class="wp-block-paragraph">A D. Afonso III, sucede-lhe o Rei<span> </span><strong>D. Dinis</strong><span> </span>(1279-1325), que funda a Universidade. No seu Reinado será celebrado o tratado de Alcanizes (1297), onde são fixadas definitivamente as fronteiras portuguesas. Também há que salientar a criação da Ordem de Cristo (1319), que substitui em Portugal a Ordem dos Templários extinta pelo Papa. Do seu casamento com a Princesa D. Isabel de Aragão (<strong>Rainha Santa Isabel</strong>), nasce seu filho herdeiro D. Afonso IV, em cujo reinado saí vitorioso da batalha do Salado (1340), onde os Reis de Portugal e de Castela combatem juntos contra os Mouros.</p>
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img class="wp-image-579" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/a_rainha_santa_isabel_em_peregrinac3a7c3a3o_a_santiago_de_compostela-1.png?w=1024" alt="" width="1024" height="467" data-attachment-id="579" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/a_rainha_santa_isabel_em_peregrinac3a7c3a3o_a_santiago_de_compostela-1/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/a_rainha_santa_isabel_em_peregrinac3a7c3a3o_a_santiago_de_compostela-1.png" data-orig-size="1270,580" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="a_rainha_santa_isabel_em_peregrinac3a7c3a3o_a_santiago_de_compostela-1" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/a_rainha_santa_isabel_em_peregrinac3a7c3a3o_a_santiago_de_compostela-1.png?w=300" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/a_rainha_santa_isabel_em_peregrinac3a7c3a3o_a_santiago_de_compostela-1.png?w=937" />
<figcaption>A Rainha Santa Isabel em peregrinação a Santiago de Compostela, British Library</figcaption>
</figure>
<p class="wp-block-paragraph">A<span> </span><strong>D. Afonso IV</strong><span> </span>sucede seu filho<span> </span><strong>D. Pedro I</strong>, que reinará dez anos, estabelecendo mais solidamente a justiça no Reino. O seu sucessor será o Rei<span> </span><strong>D. Fernando I</strong>, o último Soberano da primeira dinastia. Sua filha Dona Beatriz casada com o Rei de Castela João I, tinha direito ao Trono de Portugal, mas a Nação manifestou-se contra o advento de uma Rainha que estava casada com rei estrangeiro. Assim dá-se uma revolução encabeçada pelo Mestre da Ordem de Avis, D. João, filho bastardo de El-Rei D. Pedro I, que é proclamado pelo povo de Lisboa como “Defensor e Regedor do Reino”, sendo aclamado Rei nas Cortes de Coimbra, a 6 de Abril de 1385.  Nesse mesmo ano com a famosa vitória sobre os Castelhanos na batalha de Aljubarrota, graças ao génio militar de D. Nuno Álvares Pereira (Beato Nuno de Santa Maria), consolida-se a Independência Nacional.</p>
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img class="wp-image-871" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/casamento-de-d.-joc3a3o-i-e-d.-filipa-de-lencastre.jpg?w=1024" alt="" width="1024" height="670" data-attachment-id="871" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/casa-real-de-portugal/resenha-historica-dos-reis-de-portugal/casamento-de-d-joao-i-e-d-filipa-de-lencastre/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/casamento-de-d.-joc3a3o-i-e-d.-filipa-de-lencastre.jpg" data-orig-size="1392,912" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Casamento de D. João I e D. Filipa de Lencastre" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/casamento-de-d.-joc3a3o-i-e-d.-filipa-de-lencastre.jpg?w=300" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/casamento-de-d.-joc3a3o-i-e-d.-filipa-de-lencastre.jpg?w=937" />
<figcaption>Casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre, séc. XV, British Library</figcaption>
</figure>
<p class="wp-block-paragraph">Assim nasce a Segunda Dinastia chamada de Avis, a grande Dinastia, que será responsável pela expansão e formação do Império Ultramarino Português. Do casamento de<span> </span><strong>Dom João I</strong>, com Dona Filipa de Lencastre (em 1387),  filha do Duque de Lencastre, e neta do Rei de Inglaterra, nasceu a mais extraordinária geração de Príncipes – A Ínclita Geração: Dom Duarte (futuro Rei), Dom Henrique, Dom Pedro, Dom João e Dom Fernando.</p>
<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img class="wp-image-469" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/paienis.jpg" alt="" width="750" height="305" data-attachment-id="469" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/paienis/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/paienis.jpg" data-orig-size="750,305" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="paienis" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/paienis.jpg?w=300" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/paienis.jpg?w=750" />
<figcaption>Painéis de S. Vicente, Nuno Gonçalves, MNAA, Lisboa</figcaption>
</figure>
<p class="wp-block-paragraph">No Reinado de Dom João I (+1433), começa a Epopeia dos Descobrimentos, iniciados com a conquista de Ceuta (1415), a Praça moura mais forte do Norte de África, onde Dom João I, arma seus filhos Cavaleiros. Seguem-se expedições mandadas pelo Infante Dom Henrique, através das quais se verificam os descobrimentos das Ilhas de Porto Santo (1419) e Madeira (1420), continuando no Reinado de Dom Duarte, com a grande aventura da passagem do temido cabo Bojador (1434). A partir de então Portugal começava a dar novos mundos ao Mundo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante os reinados de<span> </span><strong>Dom Duarte</strong><span> </span>(+1438) e de Dom Afonso V (+1481), o Infante Dom Henrique (+1460), que recebera o sentido da consagração a uma missão superior, continua a empresa de levar a fé na Cruz de Cristo a novas gentes, que viviam nas trevas da barbárie. No ano de 1437, dá-se o desastre de Tânger, onde ficará prisioneiro o Infante Dom Fernando (o Infante Santo). Em 1453, concluí-se o descobrimento do Arquipélago dos Açores; e em 1460, começa a exploração do Arquipélago de Cabo Verde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Depois da morte do Infante Dom Henrique, os Reis de Portugal chamam a si a continuação da sua missão civilizadora. Ainda no reinado de Dom Afonso V, descobrem-se as Ilhas de S. Tomé e Príncipe (1470), e dá-se a Conquista de Arzila (1471).<span> </span><strong>Dom Afonso V</strong><span> </span>“O Africano”, foi um Rei à maneira dos Reis da primeira Dinastia, feitos de bravura contra os infiéis no seu próprio território, onde continuavam a ser uma ameaça. Sucessivamente caem as Praças de Alcácer Ceguer, Arzila, Tânger, etc., e o Rei passa a intitular-se “Rei de Portugal e dos Algarves de aquém e além mar em África…”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Reina<span> </span><strong>Dom João II</strong><span> </span>(+1495), uma das maiores figuras da História Universal, pelo impulso decisivo que deu aos Descobrimentos, abrindo à Europa os caminhos do Mundo. A sua continuada acção fez avançar as naus portuguesas para sul, ao longo da costa Africana. Em 1482, Diogo Cão atinge a foz do Zaire e explora a região do Congo, implantando o primeiro padrão português. Em 1487, Dom João II, envia por terra Pero da Covilhã e Afonso de Paiva, na demanda do Reino do Prestes João e da Índia. No ano seguinte Bartolomeu Dias, dobra o Cabo das Tormentas que agora havia de ser chamado da Boa Esperança. Eleva-se assim o nome do grande Rei, que tudo preparou, tudo dirigiu numa visão admirável, só igualada pelo Infante de Sagres. O fim do seu reinado é coroado com a assinatura do Tratado de Tordesilhas (1494), que dividia o Mundo a descobrir por Portugal e Castela.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Morre Dom João II sem deixar descendência legítima, sucedendo-o então o filho do Infante Dom Fernando – Dom Manuel I (+1521). Neste reinado Vasco da Gama chega à Índia por mar (1498) e Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil (1500). Inicia-se a presença efectiva de Portugal no Oceano Índico. Afonso de Albuquerque conquista Ormuz (1507) e Goa (1510), seguindo-se a conquista de Malaca (1511).</p>
<p class="wp-block-paragraph">O reinado de<span> </span><strong>Dom Manuel I</strong><span> </span>havia de marcar a presença de Portugal no Oriente, exercendo relações pacíficas com aqueles que connosco assim tratassem; inaugurando uma época de intercâmbio cultural que dura até aos nossos dias. A Embaixada esplendorosa que Dom Manuel I envia ao Papa (1514), é disso testemunho.</p>
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<figcaption><em>Vasco da Gama perante o Samorim de Calecute,<span> </span></em>por Veloso Salgado, Sociedade de Geografia de Lisboa</figcaption>
</figure>
<p class="wp-block-paragraph">Com<span> </span><strong>Dom João III</strong><span> </span>(1557), Portugal chega ao apogeu no Oriente, estabelecendo entrepostos comerciais na China (1517) e no Japão (1543), espalhando as suas missões pela Oceania. A segunda defesa de Dio (1546), marcará a nossa presença por mais de quatrocentos anos. É neste reinado que o Imperador da China cede Macau a Portugal (1557), em recompensa da nossa actuação contra os piratas do mar da China. Este reinado marcará, também, o início da colonização sistemática do Brasil (1530), mas  por outro o declínio português no norte de África, com o abandono de várias Praças.</p>
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<figure class="wp-block-media-text__media"><img class="wp-image-873" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/d_sebastiao.jpeg?w=287" alt="" width="287" height="355" data-attachment-id="873" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/d_sebastiao/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/d_sebastiao.jpeg" data-orig-size="287,355" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="d_sebastiao" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/d_sebastiao.jpeg?w=243" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/d_sebastiao.jpeg?w=287" /></figure>
<div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">Com o Rei<span> </span><strong>Dom Sebastião</strong><span> </span>(+1578) dá-se o desastre de Alcácer Quibir (1578), onde o jovem Rei imbuído nos ideais da Cavalaria, no ardor pelo serviço de Deus na defesa da Cristandade, lança-se na expedição a Marrocos, onde o seu exército é destroçado. Com este reinado e do efémero reinado de seu tio, o Cardeal Dom Henrique (+1580), acabava a segunda dinastia, e o Trono passaria para uma dinastia estrangeira.</p>
</div>
</div>
<p class="wp-block-paragraph">A sucessão do<span> </span><strong>Cardeal Dom Henrique</strong>, seria disputada por diversos descendentes do Rei Dom Manuel I – os estrangeiros Filipe II de Espanha, o Duque de Sabóia, o Duque de Parma, e os Portugueses – Duquesa de Bragança, e o bastardo Dom António (Prior do Crato). O desfecho final é dado pelo exército de Filipe II, que depois será aclamado e jurado Rei de Portugal nas Cortes de Tomar (1581), comprometendo-se o Rei a guardar as Leis do Reino, os usos, costumes e privilégios dos Portugueses.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nos três Reinados Filipinos (dos Áustrias), de<span> </span><strong>D. Filipe I<span> </span></strong>(II)(+1598),<span> </span><strong>D. Filipe II</strong><span> </span>(III)(+1621) e de<span> </span><strong>D. Filipe III</strong><span> </span>(IV)(+1665), o nosso Império Ultramarino foi sendo reduzido e conquistado pelos inimigos dos Áustrias, como os  Franceses, Holandeses, e Ingleses. As garantias dadas de que Portugal não perderia a sua Independência, pela Monarquia dualista que era criada, sendo o mesmo Rei a governar dois Reinos diferentes, foi-se esbatendo pouco a pouco nos primeiros tempos, mais depressa depois,  querendo reduzir Portugal a uma mera Província de Espanha.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Quando chegamos à manhã do dia 1º de Dezembro de 1640, dá-se a Revolução pela mão de um grupo de Fidalgos, que triunfa rápidamente restaurando a Independência Nacional, sendo aclamado como Rei de Portugal o Duque de Bragança – Dom João IV. Momento de heroicidade que iria fundar a Quarta Dinastia na Sereníssima Casa de Bragança.</p>
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img class="wp-image-544" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/restaurac3a7ao.jpg?w=656" alt="" width="656" height="545" data-attachment-id="544" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/restaurac3a7ao/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/restaurac3a7ao.jpg" data-orig-size="866,720" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="restaurac3a7ao" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/restaurac3a7ao.jpg?w=300" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/10/restaurac3a7ao.jpg?w=866" /></figure>
<p class="wp-block-paragraph">A acção de<span> </span><strong>Dom João IV</strong><span> </span>(+1656) foi incansável; a tudo acodia, pois era necessário refazer o exército, construir fortalezas para a defesa do Reino, e da Restauração do nosso Império Ultramarino. Salvador Corrêa de Sá,  reconquista Angola (1648), e o General Francisco Barreto (que pelos seus feitos terá a mercê do Título de Conde do Rio Grande), vence os Holandeses na Batalha dos Guararapes (1648), expulsando-os definitivamente do Recife em 1654. As Embaixadas que o Rei envia às potências Europeias, foram decisivas para o reconhecimento da Independência de Portugal, e da nova Dinastia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Seu filho<span> </span><strong>Dom Afonso VI</strong>, continuará a obra de seu Pai, na defesa do Reino contra os Espanhóis, assim consegue com a ajuda de valorosos Fidalgos, como o Marquês de Marialva e o Conde de Vila Flôr, vitoriosos nas batalhas das Linhas de Elvas (1659), e do Ameixial (1663). Seu reinado será marcado pela influência do Conde de Castelo-Melhor.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Seu irmão<span> </span><strong>Dom Pedro II</strong><span> </span>(+1706), assinará o Tratado de paz com a Espanha (1668), continuando a restauração do nosso Império. Durante o seu reinado serão descobertas as minas de ouro no Brasil (1698). Na guerra de sucessão de Espanha (1700-1706), Portugal será aliado do Arquiduque d’Áustria e da Inglaterra, contra Filipe de Anjou. Nesse teatro de guerra, o intrépido Português Marquês das Minas, invade a Espanha e entra triunfal em Madrid (1704), aclamando o Arquiduque Carlos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Reinado de seu filho o Rei<span> </span><strong>Dom João V</strong><span> </span>(+1750), será marcado pela volta da grandeza e esplendor da sua Corte, fazendo com que o Seu nome e o de Portugal, sejam respeitados em todo o Mundo. Dá-se a batalha de Matapão contra os Turcos, onde o Rei envia uma esquadra comandada por Lopo Furtado de Mendóça, Conde do Rio Grande, que os vencerá juntamente com os navios da Ordem de Malta, dos Estados Pontifícios e de Veneza. Consegue os maiores privilégios da Santa Sé, para a Igreja de Lisboa, como a dignidade Patriarcal (1716). O Papa concede-lhe o título de Rei “Fidelíssimo”(1748). Dom João V, funda a Academia Real da História (1720), e inaugura uma época de grandes obras públicas, como o Aqueduto das Águas Livres, o Convento de Mafra, e muitas outras espalhadas pelo País.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Rei<span> </span><strong>Dom José I</strong><span> </span>(+1777), terá o seu reinado marcado pelo Terramoto de Lisboa (1755), e pelo Absolutismo exercido pelo Marquês de Pombal, que imporá um regime de terror e de medo. A execução dos Marqueses de Távora é um dos episódios mais marcantes da crueldade desses tempos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Suceder-lhe-á “a Piedosa” Rainha<span> </span><strong>Dona Maria I</strong><span> </span>(+1816), que será um exemplo de rectidão para todos, tendo como primeira medida soltar todos os presos políticos da era de Pombal, e moralizar a vida pública, suprimindo gastos desnecessários, procedendo a severas economias nos Palácios Reais.  Deu incremento à Indústria, e ao Comércio,  melhorando as condições da Marinha e do Exército. Restabeleceu as audiências régias às terças e quintas-feiras, sendo aí, admitida toda a gente. Foi uma Rainha adorada por todos os extractos da população.</p>
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<figcaption class="coblocks-gallery--caption">D. Maria I e Família, Palácio da Bemposta</figcaption>
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<figcaption class="coblocks-gallery--caption">D. João VI, por Albert Gregorius, Palácio da Ajuda</figcaption>
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</ul>
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<p class="wp-block-paragraph"> </p>
<p class="wp-block-paragraph">Será seu sucessor o<span> </span><strong>Rei Dom João VI</strong><span> </span>(1767-1826), que por doença de sua mãe, será Regente do Reino (1808-1816). O Seu reinado será marcado pelas invasões francesas e pela instabilidade europeia. Com a visão de um verdadeiro Estadista, resolve pôr em prática o plano da ida da Corte para o Brasil (1807), salvaguardando assim a Independência de Portugal, ameaçada por Napoleão. Nesse Estado Ultramarino realiza uma obra notável de progresso e fomento económico. Em 1815, eleva o Brasil a Reino. Em 1821, regressa a Portugal, deixando seu filho Dom Pedro no Brasil, que um ano mais tarde haveria de dar Independência àquele Estado. Neste período difícil do seu reinado, onde os anseios liberais e as forças absolutistas, tomavam cada vez mais conta da vida Nacional, o Rei foi sempre o guardião da prudência e serenidade. Os últimos anos da sua vida são passados no seio de intrigas palacianas e de conspirações. O assassínio de seu leal valido – o<span> </span><strong>1º Marquês de Loulé</strong><span> </span>(1824) e a revolta da Abrilada (1824), planeada pelo Infante Dom Miguel e pela Rainha, são os acontecimentos mais marcantes do fim do seu Reinado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Seguir-se-á a Regência da Infanta<span> </span><strong>Dona Isabel Maria</strong><span> </span>(1826-1828), o efémero Reinado do<span> </span><em>Usurpador</em><span> </span><strong>Dom Miguel I</strong><span> </span>(1828-1834), a Regência de<span> </span><strong>Dom Pedro IV</strong>, em nome da Rainha Dona Maria II,  e a Guerra Civil (1832-34), da qual sai vencedora Dona Maria II e a causa liberal.</p>
<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img class="wp-image-799" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/a_carta_constitucional_e_a_famc3adlia_real.png" alt="" width="773" height="576" data-attachment-id="799" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/a_carta_constitucional_e_a_famc3adlia_real/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/a_carta_constitucional_e_a_famc3adlia_real.png" data-orig-size="773,576" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="a_carta_constitucional_e_a_famc3adlia_real" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/a_carta_constitucional_e_a_famc3adlia_real.png?w=300" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/a_carta_constitucional_e_a_famc3adlia_real.png?w=773" />
<figcaption>Carta Constitucional do Monarquia de Portugal, Família Real – os duques de Bragança D. Amélia Augusta e D. Pedro com a Rainha D. Maria II.</figcaption>
</figure>
<p class="wp-block-paragraph">No Reinado de<span> </span><strong>Dona Maria II</strong><span> </span>(1826-1853), decorrem desentendimentos entre as várias correntes políticas, dando origem a um certo sentimento de desordem e instabilidade institucional, que leva à ditadura de Costa Cabral, gerando a Revolução da Maria da Fonte (1846). Segue-se uma série de governos, ora liderados por uma corrente ora por outra, tendo à sua frente figuras como o Duque de Saldanha e o Marquês de Sá da Bandeira. Com a morte da Rainha em 1853, seu marido o Rei<span> </span><strong>Dom Fernando II<span> </span></strong>assume a Regência até 1855. Desde a Sua chegada a Portugal, Dom Fernando teve a preocupação pela salvaguarda do património artístico de Portugal, empreendendo à sua custa restauros em diversos monumentos, como no Mosteiro da Batalha, convento de Cristo, em Tomar e na Torre de Belém.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os Reinados de seus filhos os Reis<span> </span><strong>Dom Pedro V</strong><span> </span>(1855-1861) e<span> </span><strong>Dom Luís I</strong><span> </span>(1862-1889), serão anos de prosperidade material e científica, que a excepcional inteligência e preparação dos filhos de Dona Maria II, fazem Portugal recuperar o seu lugar no concerto das Nações, a par dos progressos tecnológicos e sociais das principais potências da Europa. A morte de Dom Pedro V, com a febre tifóide (que apanhara nas suas múltiplas visitas aos hospitais, onde ia confortar os doentes com essa peste), causa a maior consternação pública, sendo idolatrado pelo povo pela bondade de seu coração.</p>
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<figcaption class="coblocks-gallery--caption">D. Luís, Palácio de Mafra</figcaption>
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<p class="wp-block-paragraph"> </p>
<p class="wp-block-paragraph">O Rei<span> </span><strong>Dom Carlos I</strong><span> </span>(1863-1908), filho do Rei Dom Luís I, inicia o seu reinado confrontando-se com o “Ultimatum” da Inglaterra sobre o mapa cor de rosa, onde Portugal terá de ceder face à ameaça de guerra. Continuaram-se as Campanhas de África, as vitórias de Marracuene, Magul, Chaimite, etc..pelas mãos de Mouzinho de Albuquerque, Caldas Xavier e Paiva Couceiro. A extraordinária acção internacional de Dom Carlos, granjeou para Portugal um prestígio Europeu difícil de igualar. Nessa altura visitaram  Lisboa, o Rei Eduardo VII de Inglaterra, o Kaiser Guilherme II da Alemanha, O Rei Afonso XIII da Espanha e o Presidente da República Francesa Loubet. No dia 1º de Fevereiro de 1908, são barbaramente assassinados El-Rei Dom Carlos I e o Príncipe Real<span> </span><strong>Dom Luís Filipe</strong>, provocando uma onda de espanto e de indignação por toda a Europa.</p>
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<figcaption class="coblocks-gallery--caption">D. Manuel II, José Malhoa, Palácio de Mafra</figcaption>
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<p class="wp-block-paragraph"> </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dom Manuel II</strong><span> </span>(1889-1932), sucederá a seu Pai o Rei Dom Carlos I, e herdará um Reino abalado pelos últimos acontecimentos, como uma crise institucional e política, propícia à propaganda Republicana, que debalde Dom Manuel procurou conter através de uma política de “acalmação”. Um golpe militar vindo dos postos subalternos da Marinha e do Exército, apoiado em sociedades secretas, proclamaria a república no dia 5 de Outubro de 1910. No mesmo dia a Família Real, sai de Portugal rumo ao exílio.</p>
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<figure class="aligncenter size-medium"><img class="wp-image-719" src="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/800px-royal_coat_of_arms_of_portugal_with_mantle.svg_.png?w=300" alt="" width="300" height="300" data-attachment-id="719" data-permalink="https://suaalteza-domfilipe.casa/800px-royal_coat_of_arms_of_portugal_with_mantle-svg_/" data-orig-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/800px-royal_coat_of_arms_of_portugal_with_mantle.svg_.png" data-orig-size="800,800" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="800px-royal_coat_of_arms_of_portugal_with_mantle.svg_" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/800px-royal_coat_of_arms_of_portugal_with_mantle.svg_.png?w=300" data-large-file="https://suaalteza-domfilipe.casa/wp-content/uploads/2019/11/800px-royal_coat_of_arms_of_portugal_with_mantle.svg_.png?w=800" /></figure>
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						                            <category domain="https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/">Praça Pública Eröl Gani</category>                        <dc:creator>SG Fabricius Zoran</dc:creator>
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                    </item>
				                    <item>
                        <title>A IMPORTÂNCIA DO ESTANDARTE EM TEMPO DE GUERRA</title>
                        <link>https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/a-importancia-do-estandarte-em-tempo-de-guerra/</link>
                        <pubDate>Mon, 09 Feb 2026 14:45:06 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[&nbsp;
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                        <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://www.pathros.org/media/kunena/attachments/1039/09-02_2026-02-09.jpg" alt="09-02_2026-02-09.jpg" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span>Nos campos de batalha medievais, o estandarte era o coração visual do exército. Indicava onde estava o comandante, reunia tropas dispersas e mantinha viva a coragem no meio do caos.</span><br /><span>O estandarte de D. João I, símbolo directo da independência de Portugal, tinha ainda mais peso. A sua queda podia desorientar as tropas e abalar o moral, por isso era confiado a soldados de elite, escolhidos pela força, lealdade e determinação.</span><br /><span>Ser porta-estandarte era uma honra e um dos papéis mais arriscados. Quem o segurava tornava-se alvo, pois derrubar o estandarte significava atingir o espírito do exército.</span><br /><span>Venha descobrir como símbolos como este ajudaram a definir o rumo da História de Portugal!</span></p>
<div id="wpfa-1161" class="wpforo-attached-file"><a class="wpforo-default-attachment" href="//kovaquia.com/wp-content/uploads/wpforo/default_attachments/1770648306-09-02.jpg" target="_blank" title="09-02.jpg"><i class="fas fa-paperclip"></i>&nbsp;09-02.jpg</a></div>]]></content:encoded>
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                    </item>
				                    <item>
                        <title>CAVALEIROS TEUTONICOS</title>
                        <link>https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/cavaleiros-teutonicos/</link>
                        <pubDate>Mon, 26 Jan 2026 20:05:02 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Teutões, nome dado pelos romanos ao grupo étnico guerreiro escandinavo originário da Jutlândia, na Dinamarca, quando se deslocaram para o sul e invadiram o território romano durante as Guerr...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-54623bc6 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="54623bc6" data-element_type="container" data-settings="{&quot;content_width&quot;:&quot;boxed&quot;}" data-core-v316-plus="true">
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<p class="c5"><span>Teutões, nome dado pelos romanos ao grupo étnico guerreiro escandinavo originário da Jutlândia, na Dinamarca, quando se deslocaram para o sul e invadiram o território romano durante as Guerras Cimbrianas, no século II a.C.</span></p>
<p class="c5"><img class="size-full wp-image-1403 alignright" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/04/Orden-Teutonica-Historia-Mapa-Sacro-Imperio-1034.jpg" alt="" width="235" height="206" /><span>Cavaleiros Teutônicos, um nome genérico que inicialmente definia os Cavaleiros Cruzados europeus, súditos do Sacro Império Romano-Germânico e, posteriormente, também os membros de todos os seus priorados ao redor do mundo.</span></p>
<div> </div>
<div><span>Ordem Teutônica, nome coloquial atribuído à Ordem Militar Hospitalar do Sacro Império Romano-Germânico de Santa Maria de Jerusalém - Ordo Hospitalis Santae Mariae Teutonicorum Hierosolymitanorum, que surgiu inicialmente dos Cavaleiros Cruzados, cujo nome deriva da morfologia cultural teutônica intrínseca dos colonizadores teutônicos nascidos entre os rios Reno e Elba da Germânia, sendo esta a terceira Ordem na cronologia de fundação das Ordens Maiores de Cavalaria instituídas na Terra Santa durante as Cruzadas, com seu próprio caráter militar e hospitalar, fundada pelo Príncipe Herdeiro e Cavaleiros Cruzados do Exército do Sacro Império Romano-Germânico.</span><span> </span></div>
<p class="c5"> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<p><span><span>Em 27 de março de 1188, Conrado Frederico VI, Duque da Suábia, prestou juramento como Cavaleiro Cruzado na Catedral de Mainz, alistando-se no Exército Imperial Cruzado do Sacro Império Romano-Germânico, liderado por seu pai, o Imperador Frederico I de Hohenstaufen (Barbarossa). Partiu com ele em 1189 de Regensburg com o objetivo de libertar Jerusalém dos sarracenos e reconquistar a Terra Santa para a Cristandade na campanha militar da Terceira Cruzada.</span></span></p>
<p class="c5"><img class="aligncenter wp-image-1073" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Cruzados-Federico-I.jpg" alt="" width="480" height="303" /></p>
<p class="c5"><em><span>Exército cruzado de Frederico I de Hohenstaufen, Sacro Imperador Romano</span></em></p>
<p class="c5"><em> </em></p>
<p class="c5"><span>Desde o início da Primeira Cruzada, em 1096, os cruzados do Sacro Império Romano-Germânico participaram juntamente com cruzados de todos os reinos cristãos que libertaram Jerusalém em 15 de julho de 1099. Simultaneamente, na Terra Santa, foram fundadas diversas Ordens Militares Menores e Hospitalárias, que, juntamente com as Ordens Maiores, atuaram em solidariedade como garantidoras da Cristandade, protegendo as fronteiras cristãs e os peregrinos que se dirigiam a Jerusalém, além de reprimir os ataques e sabotagens que os sarracenos constantemente perpetravam.</span></p>
<p class="c5"> </p>
<p class="c5"> </p>
<p class="c5"><img class="wp-image-1467 size-full alignright" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Ordenes.jpg" alt="" width="191" height="205" /></p>
<p><span>Em 1084, antes da Primeira Cruzada, foi fundada a Ordem Hospitalária de São João de Jerusalém, composta principalmente por italianos e sicilianos, sendo a primeira das Ordens Maiores a ser criada. Mais tarde, em 1118, foi fundada a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão (Templários), composta principalmente por franceses e aragoneses, além de outras Ordens Menores que surgiram por todos os reinos da Europa. Os cruzados do Sacro Império Romano-Germânico eram os únicos, naquela época, que não possuíam uma ordem militar com identidade própria, e foi por essa razão que, em 1118, o rei Balduíno de Jerusalém, considerando a contribuição e o potencial militar provenientes do Sacro Império Romano-Germânico, doou a um casal alemão abastado o local original de um nobre edifício romano, posteriormente convertido em 451 na igreja bizantina de Santa Sofia, que foi destruída pelos muçulmanos no século IX. Esta igreja estava localizada no Monte do Templo, na parte alta de Jerusalém, perto do Muro das Lamentações, para que pudessem estabelecer um hospício/hospital que, por meio do vínculo da língua, oferecesse abrigo e refúgio aos peregrinos pobres de língua alemã, aos doentes e aos feridos que chegavam a Jerusalém. Isso porque o casal alemão mencionado era bem conhecido e já morava em Jerusalém antes do início da Primeira Cruzada, quando muçulmanos e cristãos lutavam ferozmente pelas ruas da Cidade Santa pelo seu controle. O casal encontrou um cruzado de língua germânica à beira da morte, mortalmente ferido, à sua porta. Eles o acolheram, cuidaram dele e confiaram sua cura à Virgem Maria, que milagrosamente o salvou de uma morte certa. Isso marcou o início da hospitalidade e da assistência prestadas aos súditos do Sacro Império Romano-Germânico que chegavam a Jerusalém.</span></p>
<p><img class="aligncenter wp-image-2694" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2020/04/Captura-de-pantalla-2020-04-01-a-las-21.05.00.png" alt="" width="380" height="280" /></p>
<p class="c5"><em><span>  Hospital Teutônico para Peregrinos e Cruzados do Sacro<span> </span></span></em><em><span>Império Romano em 1127 em Jerusalém</span><br /></em></p>
<p class="c5"><em> </em></p>
<p><span>Entre 1118 e 1127, Jerusalém, já sob domínio dos cruzados desde a libertação da cidade em 1099, foi reconstruída por peregrinos e cruzados do Sacro Império Romano-Germânico. Eles reconstruíram o edifício da antiga Igreja de Santa Sofia, que o rei Balduíno lhes havia doado, e criaram um complexo hospitalar composto por um hospício, um hospital e uma igreja dedicada à Virgem Maria, com um pequeno quartel militar. Deram ao conjunto o nome de "Hospital Militar de Santa Maria dos Cavaleiros Teutônicos", com a aprovação do Patriarca de Jerusalém, Jacob De Vitry. Mais tarde, em 1143, em colaboração com a Ordem dos Hospitalários de São João de Jerusalém, os germanos criaram outra igreja e hospital semelhantes, com o mesmo nome, na cidade portuária de Acre, que funcionou a pleno vapor até 2 de outubro de 1187, quando os cristãos foram expulsos de Jerusalém e, posteriormente, de Acre, pelo exército sarraceno do califa Saladino, que destruiu parcialmente o complexo hospitalar teutônico em Jerusalém e Acre. Ambos foram reconstruídos pelos cruzados do Sacro Império Romano-Germânico entre 1229 e 1244.</span></p>
<p class="c5"><img class="size-full wp-image-1578 alignleft" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Federico-I.jpg" alt="" width="168" height="274" /><img class="size-full wp-image-1477 alignright" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Gran-Maestro.jpg" alt="" width="189" height="160" /></p>
<p><span>O Sacro Imperador Romano-Germânico, Frederico I de Hohenstaufen, ciente da história dos hospitais e quartéis teutônicos em Jerusalém e Acre, e atendendo aos apelos de seus súditos e aos conselhos de seus Cavaleiros Cruzados, prometeu que, após a libertação de Jerusalém, estabeleceria uma ordem militar no palácio do trono para identificar adequadamente os Cavaleiros Teutônicos sob o patrocínio da Virgem Maria. Essa promessa não foi cumprida devido à sua morte súbita e trágica por afogamento à frente de seu exército no rio Saleph, em 10 de junho de 1190. Foi seu filho, Conrado Frederico VI da Suábia, que, após sepultar o pai em Antioquia, assumiu o comando e liderou o exército cruzado do Sacro Império Romano-Germânico na Terra Santa durante a libertação da cidade de Acre.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em setembro de 1190, cavaleiros cruzados de Bremen e Lübeck, sob o comando do heróico comandante cruzado Mestre Sibrand, estabeleceram um hospital de campanha improvisado sob as velas de seus navios nos arredores de Acre, transformando-o em seu quartel-general e capela. Este foi o prelúdio para a fundação da Ordem Teutônica. Devido aos intensos combates e aos milhares de baixas na batalha, e a fim de motivar ainda mais os escassos cinco mil cruzados restantes no exército do Sacro Império Romano-Germânico original, Mestre Sibrand decidiu não esperar pela libertação e propôs ao Duque da Suábia que acelerassem urgentemente a criação da Ordem Militar Teutônica, conforme prometido por seu pai, o Imperador Frederico I.</span></p>
<p class="c5"><img class="alignright" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Federico-VI.jpg" alt="" width="76" height="323" /></p>
<p class="c5"><span>O Duque aceitou de bom grado e assinou a autorização, ratificando também, no mesmo documento, a sua participação como Patrono, Protetor e Cruzado Teutônico, dando assim origem à fundação da Ordem Teutônica em 19 de novembro de 1190, no Hospital Militar de Campanha do Exército do Sacro Império Romano-Germânico, que sitiava a cidade de Acre juntamente com outros exércitos europeus. No mesmo dia, na capela do hospital improvisado, o Duque da Suábia investiu 40 Cavaleiros Cruzados da nobreza alemã como Cavaleiros da Ordem Teutônica. O primeiro a ser investido foi o Comandante Cruzado Mestre Sibrand, da recém-constituída "Ordem do Hospital dos Cavaleiros Teutônicos de Santa Maria de Jerusalém". Nesse evento, a Ordem foi organizada em duas classes distintas de membros: Cavaleiros de linhagem dinástica do Sacro Império Romano-Germânico, para tarefas puramente militares e administrativas, e sacerdotes e religiosos, para a celebração de missas e assistência hospitalar aos enfermos.</span></p>
<p class="c5"> </p>
<p><span>Em 20 de janeiro de 1191, Conrado Frederico VI, Duque da Suábia e Príncipe Herdeiro do Sacro Império Romano-Germânico, morreu nos arredores das muralhas de Acre, no hospital de campanha que a Ordem Militar dos Cruzados Teutônicos mantinha na cidade, vítima de malária, deixando um vácuo de proteção política para a Ordem Teutônica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 6 de fevereiro de 1191, o Papa Clemente III entregou a Regra de São João à Ordem Teutônica e assumiu brevemente sua proteção até o dia de sua morte iminente, em 27 de março de 1191.</span></p>
<p class="c5"> </p>
<p class="c5"><span>Em 15 de abril de 1191, o Papa Celestino III coroou Henrique VI como o novo Sacro Imperador Romano, com o Imperador retomando o controle militar e o protetorado político sobre a Ordem Teutônica, fornecendo aos seus Cavaleiros Cruzados uma grande quantidade de equipamentos, armas, cavalos e carros de guerra.</span></p>
<p class="c5"> </p>
<p class="c5"><span>Em 12 de julho de 1191, após a libertação e expulsão dos sarracenos de Acre, os Cavaleiros Teutônicos estabeleceram seu quartel-general e hospital na cidade. Eles repararam e ampliaram o edifício armênio original próximo ao cemitério de São Nicolau, que os Cavaleiros Teutônicos haviam reconstruído e ocupado em 1143 na parte sudeste da cidade. Simultaneamente, os Cavaleiros Templários também ocuparam seu antigo quartel-general na torre principal fortificada do porto, bem como as torres ao longo da costa. Enquanto isso, os Cavaleiros Hospitalários também recuperaram seus quartéis e hospital no centro da cidade. Uma vez estabelecidas, as três principais ordens formaram um perímetro defensivo conjunto, com os Hospitalários e os Cavaleiros Teutônicos responsáveis, respectivamente, pela guarda dos acessos terrestres à cidade, e os Templários pela vigilância marítima e controle do porto.</span></p>
<p class="c5"><img class="aligncenter size-full wp-image-1414" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Mapa-San-Juan-de-Acre.jpg" alt="" width="989" height="356" /></p>
<p class="c5"><em><span>São João de Acre</span></em></p>
<p class="c5"><em> </em></p>
<p class="c5"><span>Em 1192, a Ordem Teutônica, após consolidar seu poderio militar, obteve a qualificação de Ordem Militar Maior, atingindo um contingente altamente combativo de mais de mil soldados, que eram chamados de "Cavaleiros Teutônicos" ou "Cavaleiros da Virgem".</span></p>
<p class="c5"><span>Em 1196, o Papa Celestino III legalizou os estatutos da Ordem Teutônica no Vaticano.</span></p>
<p class="c5"> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<p class="c5"><img class="size-full wp-image-1470 alignright" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Soldados.jpg" alt="" width="191" height="260" /><span>Em 5 de março de 1198, a Ordem Teutônica reafirmou-se como uma Ordem Militar devido ao enorme número de cruzados que se juntavam a ela constantemente, relegando seu aspecto hospitalário a um papel secundário. O Papa Inocêncio III interveio, concedendo à Ordem o reconhecimento oficial da Santa Igreja Católica como uma Ordem da Cristandade. Ele ordenou que uma cerimônia comemorativa fosse realizada na Catedral de São João, em Acre, com a presença do Patriarca de Jerusalém, Aimaro Corbizi de Florença, da Rainha Isabel de Jerusalém, de todos os Príncipes Cruzados e Nobres da Cristandade presentes na Terra Santa, do Grão-Mestre dos Cavaleiros Templários, Gilberto Hérail de Aragão, do Grão-Mestre da Ordem Hospitalária de São João, Geoffroy de Donjon, e de todos os outros Mestres das Ordens Militares Menores e Hospitalárias na Terra Santa. Durante a cerimônia de consagração, a Virgem Maria foi designada Protetora e Padroeira da Ordem Teutônica “in perpetum”.</span></p>
<p class="c5"> </p>
<p class="c5"><span>Em 19 de fevereiro de 1199, o Papa Inocêncio III decretou que a Ordem Teutônica seguiria para sempre a Regra dos Hospitalários, semelhante à Ordem de São João em seu aspecto hospitalar e aos Templários em seu aspecto militar. Ele determinou que os Cavaleiros Teutônicos portariam seu estandarte, hábito e manto em branco, semelhante à Ordem do Templo, mas com a distinção de uma cruz negra. A partir desse momento, foram autorizados como soldados da Igreja, sendo obrigatório para admissão terem recebido o Santo Batismo, a Primeira Comunhão e terem pelo menos 15 anos de idade. Também lhes foi proibido portar armas de ouro ou prata em batalha. O novo Rei da Alemanha e Duque da Suábia, Filipe de Hohenstaufen, concordou e ratificou tudo isso.</span></p>
<p class="c5"> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><img class="size-full wp-image-1984 alignleft" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/11/Orden-Teutonica-Historia-Enrique-VI.jpg" alt="" width="169" height="251" /></p>
<p class="c5"><img class="size-full wp-image-1580 alignright" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Federico-II-y-Hermann.jpg" alt="" width="207" height="204" /><span>Em 1219, por ordem do rei Frederico II, os Cavaleiros Teutônicos chegaram a Castela vindos da Suábia, escoltando sua prima, a princesa imperial Isabel Beatriz de Hohenstaufen da Suábia, para seu casamento real com o rei Fernando III, criando assim o Priorado Teutônico da Espanha.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1220, os Cavaleiros Teutônicos estabeleceram sua sede na Fortaleza de Montfort, que foi financiada pelo Rei Leopoldo VI da Áustria, tornando-se a sede da Ordem.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1229, o imperador Frederico II de Hohenstaufen concedeu aos Cavaleiros da Ordem Teutônica todos os privilégios dos Príncipes do Império, além da soberania sobre todos os territórios conquistados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><img class="size-full wp-image-1985 alignright" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/11/Orden-Teutonica-Historia-Escudos.jpg" alt="" width="198" height="129" /><span>Em 1235, a Ordem da Fraternidade do Exército de Jesus Cristo - Ordem de Dobrin, fundada em 1209 no Castelo de Dobrin por Conrado I, Duque da Mazóvia e da Polônia, e autorizada em 1216 pelo Papa Inocêncio III, foi incorporada à Ordem Teutônica com certo grau de autonomia interna.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1237, a Ordem dos Irmãos Livônios da Espada – Ordem da Livônia, fundada em 1202 pelo Bispo de Riga, Alberto de Buxhoeveden, e autorizada em 1204 por Sua Santidade o Papa Inocêncio III, foi incorporada à Ordem Teutônica com certo grau de autonomia interna.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1266, os muçulmanos atacaram, mas não conseguiram tomar a fortaleza teutônica de Montfort, retornando em 1271, quando finalmente conseguiram apoderar-se do castelo através de um túnel escavado na rocha, forçando os Cavaleiros Teutônicos a abandonar seu quartel-general e refugiar-se em São João de Acre.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 28 de maio de 1291, após a captura de Acre pelos sarracenos, os Cavaleiros Teutônicos decidiram se retirar da Terra Santa, mudando-se para Veneza e de lá para a Transilvânia, onde construíram o lendário Castelo de Bran, tornando-o seu novo quartel-general de onde combateram as hordas selvagens que invadiram a Europa Oriental.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1302, com a retirada dos cruzados da Terra Santa, a Ordem Teutônica comprometeu-se a continuar prestando serviços de segurança à cristandade, protegendo as fronteiras do nordeste da Europa, tornando-se a ordem militar e religiosa mais poderosa da Europa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1308, os Cavaleiros Teutônicos começaram a ocupar e cristianizar toda a Prússia, estendendo seu domínio à Estônia durante as Cruzadas Bálticas, onde ganharam o apelido de "Cruzados do Gelo". Essas conquistas incluíram as regiões da Pomerânia, Curlândia, Letônia, Lituânia, Estônia e Danzig, cidade que permaneceu sob a proteção da Ordem Teutônica até 1454, além de possessões em várias partes do Reino da Polônia e do Sacro Império Romano-Germânico.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><img class="aligncenter size-full wp-image-1078" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Teutonicos-Dobrin-y-Livonia-1.jpg" alt="" width="943" height="272" /></p>
<p class="c5"><em><span>Cruzada Báltica, Cavaleiros Teutônicos, Cavaleiros de Dobrin e da Livônia</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1309, após a conclusão do Castelo de Marienburg (Malbork), cuja construção havia começado em 1274, a Ordem Teutônica transferiu para lá sua sede, atingindo o auge de seu poder no final do século XIV. Graças à sua forte economia urbana, a Ordem também se tornou a principal potência naval do Mar Báltico.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1410, os Cavaleiros Teutônicos sofreram uma derrota na Batalha de Grunwald-Tannenberg contra o Rei Ladislau II da Polônia e o Grão-Duque Vytautas da Lituânia. Assim, os territórios da Ordem passaram para as mãos da Polônia em um processo militar de cessão territorial que culminou em 1525, dando origem à criação do Ducado da Prússia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><img class="aligncenter size-full wp-image-1388" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/02/Orden-Teutonica-Historia-Caballeros-Teutonicos-Sello-y-Caballeros.jpg" alt="" width="534" height="216" /></p>
<p class="c5"><em><span>Selo da Ordem Teutônica em uso até 1498 (Museu do Castelo de Malbork – Polônia)</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1525, o Mestre Teutônico Alberto I da Prússia converteu-se ao luteranismo, causando a secularização e a divisão da Ordem. Isso levou a que numerosos priorados teutônicos em países europeus se separassem do mestre luterano e permanecessem fiéis ao catolicismo, ligando-se diretamente ao Vaticano, como aconteceu especificamente no Priorado Teutônico da Espanha.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Com a chegada dos Habsburgos ao Maestrazgo, a Ordem retornou ao catolicismo, reconciliando-se com o Vaticano e conservando numerosas propriedades em quase todos os países europeus, alterando as condições de investidura dos cavaleiros, tornando obrigatório ter entrado em combate contra os hereges entre um mês e três anos.</span></p>
<p class="c5"><img class="size-full wp-image-1986 alignright" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/11/Orden-Teutonica-Historia-Teutonicos.jpg" alt="" width="187" height="228" /><span>Em 1809, Napoleão Bonaparte dissolveu a Ordem Teutônica e apropriou-se de grande parte de seu território e propriedade secular.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1834, o Papa Gregório XVI anulou os decretos e saques de Napoleão, reestabelecendo o regulamento da Ordem Teutônica e concedendo sua presidência novamente à Casa Imperial de Habsburgo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1839, a Ordem passou por uma reforma completa sob a supervisão direta do Imperador Francisco Carlos.</span></p>
<p class="c5"><span>Em novembro de 1918, com o fim da Primeira Guerra Mundial e a mudança radical para regimes políticos republicanos na Alemanha e nos principais países da Europa Central, os governos alemão e austríaco suspenderam a Ordem Teutônica. A Ordem manteve uma presença simbólica, realizando obras de caridade para os pobres e doentes, e quase perdeu todos os seus bens devido à pressão política de revolucionários que exigiam a expropriação de suas propriedades. Diante da situação política hostil na Áustria e da revolta espartaquista na Alemanha, que criou um clima de guerra civil, o arquiduque Eugênio Ferdinando de Habsburgo foi forçado ao exílio, residindo em Lucerna e Basileia de 1918 a 1934. Da mesma forma, o Kaiser Guilherme II da Alemanha e Prússia também abdicou em novembro de 1918 e exilou-se na vila de Doorn, na Holanda, onde permaneceu até sua morte em 1941. Durante todo esse período, ele não reivindicou o título de Grão-Mestre da Ordem Teutônica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><img class="size-full wp-image-1987 alignleft" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/11/Orden-Teutonica-Historia-Eugenio-Fernando.jpg" alt="" width="170" height="253" /><span>Em 1923, o arquiduque Eugênio Ferdinando de Habsburgo, exilado na Suíça, renunciou ao seu título hereditário de Grão-Mestre da Ordem Teutônica para que os bens e residências da Ordem não lhe fossem atribuídos, evitando assim a confiscação ou destruição. Retornou a Viena em 1934, onde participou de movimentos pela restauração da monarquia com veteranos do Exército Imperial, retirando-se definitivamente em 1938, quando a Áustria foi anexada pela Alemanha (Anschluss). Mudou-se então para uma mansão em Hietzing, sob a proteção pessoal de German Göring, Reichsmarschall e Vice-Führer do Terceiro Reich, até a rendição da Alemanha em maio de 1945. Foi levado sob custódia das tropas de ocupação francesas para outra mansão na vila de Igls, no Tirol, onde faleceu sem deixar descendentes em 30 de dezembro de 1954, em Merano. Foi sepultado com honras em 6 de janeiro de 1955, em Innsbruck.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>O último Cavaleiro legítimo da Ordem Teutônica, investido pelo Grão-Mestre Arquiduque Eugênio Ferdinando, foi o Conde e Tenente-Coronel do Exército Imperial Friedrich Graf Belrupt-Tissac, que faleceu em 20 de março de 1970, aos 91 anos, com o epitáfio "ele personificou o último Cavaleiro da Ordem Teutônica".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>De 1918 a 1929, durante esse período, a Ordem Teutônica ficou suspensa devido às circunstâncias políticas e à falta de um Grão-Mestre, uma vez que nenhum nobre alemão ou austríaco, nem os estados republicanos da Alemanha e da Áustria, reivindicaram para si o direito de propriedade da Ordem Teutônica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><img class="size-full wp-image-1988 alignright" src="http://prioratoteutonico.es/wp-content/uploads/2017/11/Orden-Teutonica-Historia-Monja-y-Cura.jpg" alt="" width="188" height="208" /><span>Em 27 de novembro de 1929, à luz dos acontecimentos que se desenrolavam nos regimes republicanos já consolidados da Áustria, Alemanha e Checoslováquia, e dado que a Ordem Teutônica não possuía o estatuto de Ordem de Estado desde 1918, nem um Grão-Mestre da nobreza para a liderar, o Papa Pio XI decidiu modificar completamente a Ordem para que não entrasse em conflito com o novo estatuto político republicano vigente em todos os países da Europa Central. Dotou-a de novos estatutos e limitou a sua atuação exclusivamente a uma instituição religiosa da Igreja Católica, excluindo completamente o seu caráter militar e nobre e decretando inclusive a remoção do seu nome original. A partir desse momento, passou a chamar-se "Irmãos da Casa Alemã do Hospital de Santa Maria de Jerusalém", uma instituição que operava exclusivamente para fins religiosos e de caridade, liderada por um Abade da Igreja, e que admitia os seus membros exclusivamente como Irmãos Padres e Irmãs Freiras, com votos professados ​​da Igreja Católica, ligados exclusivamente à Santa Sé.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 6 de setembro de 1938, o Governo do Terceiro Reich, por meio do Ministro Alfred Rosenberg, dissolveu a instituição eclesiástica dos "Irmãos da Casa Alemã de Santa Maria de Jerusalém" e também a "Liga da Juventude Católica Alemã", por estarem ligadas ao Estado do Vaticano e não serem consideradas instituições do Estado alemão, decretando por lei a militarização de seus membros, designando alguns para hospitais e outros como capelães no Exército Regular Alemão.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 12 de fevereiro de 1942, o presidente Adolf Hitler, constatando que, após a morte do Kaiser Guilherme II em 4 de junho de 1941, nenhum de seus filhos reivindicou os supostos direitos ao Grão-Mestre da Ordem Teutônica, em sua condição de Presidente da Alemanha e Führer do Terceiro Reich, restabeleceu a Ordem Teutônica original do Estado, que havia sido suspensa em 1918 e cujo Grão-Mestre hereditário fora abolido em 1923 pelo último Grão-Mestre, o Arquiduque Eugênio Ferdinando de Habsburgo. Ele restabeleceu a Ordem Teutônica exclusivamente em seu aspecto político-militar e criou a Medalha do Reich Teutônico em três categorias, tornando-a a mais alta condecoração do Estado alemão. Para recebê-la, era necessário ser de raça ariana, cidadão do Terceiro Reich e membro do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP). A medalha foi concedida a apenas onze altos funcionários do Partido, sete deles postumamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 23 de maio de 1945, a Ordem Teutônica foi novamente suspensa pelos exércitos de ocupação Aliados, que venceram a guerra contra o Terceiro Reich, prendendo o novo presidente da Alemanha, o Grande Almirante Karl Dönitz, e todo o seu governo na cidade de Flesenburg, e os Aliados decretaram lei marcial nos quatro territórios divididos da Alemanha sob sua ocupação e controle.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1947, o Papa Pio XII revogou o decreto de 1938 do governo do Terceiro Reich e reabilitou a instituição religiosa clerical dos "Irmãos da Casa Alemã de Santa Maria de Jerusalém" sob a proteção da Santa Sé, exatamente com o mesmo nome e estatutos concedidos pelo Papa Pio XI em 1929: "Irmãos da Casa Alemã de Santa Maria de Jerusalém – Brüder von Deutschen Haus St. Mariens in Jerusalem".</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1965, o Papa Paulo VI restabeleceu “o ramo dos parentes” (de origem medieval).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span>Em 8 de junho de 1977, após o Concílio Vaticano II, os estatutos da instituição religiosa dos "Irmãos da Casa Alemã de Santa Maria de Jerusalém –<span> </span></span><em> </em><span>Brüder von Deutschen Haus St. Mariens in Jerusalem" foram revistos pelo Vaticano, reafirmando o caráter puramente religioso e clerical da instituição austríaca sediada em Viena.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1989, a vertente dinástica renasceu com o nome de Ordem Soberana Militar e Hospitalária de Santa Maria de Jerusalém, Dinastia Teutônica da Suábia e Antioquia, sob o Grão-Mestria do Príncipe Paolo Francesco.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 23 de julho de 1990, o Príncipe Paolo Francesco Barbaccia Viscardi, em sua relação hereditária dinástica, recuperou os direitos da Ordem Imperial, prerrogativa do Sacro Império Romano-Germânico baseada na Ordem Militar da Casa de Hohenstaufen da Suábia. Essa Ordem era completamente diferente da entidade religiosa do Vaticano, estabelecida em 1929 pelo Papa Pio XI, dos "Irmãos da Casa Alemã de Santa Maria de Jerusalém", para uso exclusivo de sacerdotes e freiras professos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="c5"><span>Em 1995, a Ordem Teutônica Dinástica reiniciou sua fase militar dinástica com a celebração de uma Investidura de Cavaleiros Teutônicos na Igreja de Santa Maria de Barletta, na Apúlia.</span></p>
<p class="c5"><span>Com a renúncia hereditária em 1923 do último Grão-Mestre, o Arquiduque Eugênio de Habsburgo, a Ordem foi suspensa de sua maestria e caráter como Ordem Militar de Cavalaria e, em 1989 de facto, e em 1990 de jure, o Príncipe Paolo Francesco recuperou os direitos de jure sanguinis e fons honorum sob as Atas dos Arquivos da Presidência do Conselho de Ministros da República Italiana de 2009, com o nome de Casa Soberana do Principado da Suábia de Leuca com cerimonial de Estado e de acordo com as leis italianas onde atualmente a Ordem Dinástica Teutônica está qualificada em efeito no art. 7º da Lei 3 de maio de 1951, n.º 178 da República Italiana.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span>Ordem Teutônica, Consagrada a Santa Maria de Jerusalém</span></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
						                            <category domain="https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/">Praça Pública Eröl Gani</category>                        <dc:creator>SG Fabricius Zoran</dc:creator>
                        <guid isPermaLink="true">https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/cavaleiros-teutonicos/</guid>
                    </item>
				                    <item>
                        <title>Grito de Guerra do Clã Strachan- HISTORIAS DA ESCOCIA.</title>
                        <link>https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/grito-de-guerra-do-cla-strachan-historias-da-escocia/</link>
                        <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 23:45:34 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[O grito de guerra do Clã Strachan é &#039;Clachnaben!&#039;
Ao contrário da crença popular, não existe um lema de clã único. O lema pertence ao portador do brasão individual, sendo inscrito em seu br...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p><span>O grito de guerra do Clã Strachan é '</span><strong><span>Clachnaben!</span></strong><span>'</span></p>
<p><span>Ao contrário da crença popular, não existe um lema de clã único. O lema pertence ao portador do brasão individual, sendo inscrito em seu brasão, e pode ser praticamente qualquer coisa que o solicitante do brasão de armas deseje. De fato, a maioria dos novos portadores de brasão escolhe um lema único que tenha um significado especial para eles ou para sua família. Além disso, o lema, inclusive o lema do chefe em seu brasão, pode ser modificado por um registro de brasão de armas posterior.</span></p>
<p><span>O Grito de Guerra do Clã é uma questão muito diferente. Um Grito de Guerra pertence a todo o Clã, e seria inapropriado referir-se a ele como o Grito de Guerra do Chefe ou o lema do Chefe.</span></p>
<p><span>Tradicionalmente, um grito de guerra era usado em batalha durante uma carga das Terras Altas para incitar a agressividade e o espírito de corpo no próprio lado, e para intimidar o lado inimigo. Idealmente, exagerava-se o próprio potencial agressivo a ponto de o inimigo preferir evitar o confronto e optar por fugir ou negociar. Para exagerar o potencial de agressão, os gritos de guerra precisavam ser o mais altos possível e, historicamente, eram frequentemente amplificados por instrumentos acústicos como trompas, tambores, conchas, carnyxes, gaitas de foles, clarins, etc. Os regimentos escoceses ainda hoje utilizam gaitas de foles para intimidar seus inimigos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://www.clanstrachan.org/images/map-strachan.jpg" /></p>]]></content:encoded>
						                            <category domain="https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/">Praça Pública Eröl Gani</category>                        <dc:creator>SG Fabricius Zoran</dc:creator>
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                        <title>Etiqueta, Insultos e Duelos</title>
                        <link>https://kovaquia.com/community/praca-publica-erol-gani/etiqueta-insultos-e-duelos/</link>
                        <pubDate>Fri, 19 Dec 2025 23:00:34 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Antes de seu declínio, existia um &quot;Código Real de Honra&quot; que era seguido pelos principais e segundos duelistas. O código afirmava: &quot;Nenhum duelo pode ser considerado justificável se puder se...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin-left: auto;margin-right: auto" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBn4HtojwpU5FsEFJ8FXkuGKX6P7SczdVdD1sN01U3V8AyDJ9eBGwh1mPXMJv4XeBmfUMumTQ1Wj64k6IEirFvtCKjG9d5b0rDBLLuYabjjT6KfDwXJd9VJSP9csjBKJX4VZnOm9A-2Itw/s400/B47F210F-4BE7-4033-94FE-2DF1C48032B4.jpeg" /></p>
<div><i><b><span><span>Antes de seu declínio, existia um "Código Real de Honra" que era seguido pelos principais e segundos duelistas. O código afirmava: "Nenhum duelo pode ser considerado justificável se puder ser recusado com honra; portanto, o recurso às armas deve ser sempre o último recurso", segundo a historiadora Geri Walton. Acredita-se que os duelos tenham prosperado por quase trezentos anos, mas a prática teria terminado em 1852, ano do último duelo inglês registrado. Os duelos foram proibidos na França no século XVII, mas isso impediu poucos homens de praticá-los. Estima-se que, entre 1685 e 1716, somente os oficiais franceses lutaram em cerca de 10.000 duelos, que resultaram em mais de 400 mortes. Nos Estados Unidos, os duelos não eram incomuns no Oeste e no Sul, mesmo depois de 1859, quando 18 estados proibiram a prática, mas tornaram-se coisa do passado no país no início do século XX.</span></span></b></i></div>
<div> </div>
<div> </div>
<div style="text-align: center"><span><b><span>Defender a própria honra</span></b></span></div>
<p><br /><br /><b><span><span>O tão comentado duelo entre o Príncipe Henrique de Orléans e o Conde de Turim ocorreu em Paris às 5 horas da manhã de ontem. Pouco interessa aos americanos se o francês ou o italiano saiu vitorioso, mas o fato é que o ocorrido demonstra, de forma conclusiva, que a questão era mais séria do que os comentários da imprensa inglesa sugerem.</span><br /><br /><span>O modo usual de duelos na França, que consiste no uso de floretes pontiagudos com botões a 3,8 centímetros da ponta, foi completamente abandonado, e espadas foram usadas em seu lugar. Duelos de espada e sabre são considerados, na Europa, tão perigosos quanto duelos de pistola, e, portanto, não se pode dizer que este evento tenha sido algo além de um combate mortal.</span><br /><br /><span>De acordo com o Código de Honra reconhecido em todos os exércitos continentais, nenhum oficial de uma força pode dizer a um representante da imprensa qualquer coisa que prejudique a honra de outro exército. O Príncipe Henrique, ao proferir sua famosa crítica ao exército italiano na Abissínia, sabia perfeitamente que estava cometendo uma quebra de etiqueta que não poderia resultar em nada além de um desafio por parte de um representante do exército insultado.</span><br /><br /><span>Tendo a honra italiana sido assim vindicada, o pequeno episódio será comentado por alguns dias na França e na Itália, e depois será completamente esquecido. Que qualquer controvérsia internacional ou mesmo diplomática surja desse caso é totalmente impensável, mesmo que o Príncipe Henrique tenha o infortúnio de pagar com a própria vida por sua indiscrição. – San Francisco Call, 1897</span></span></b></p>
<p>&nbsp;</p>]]></content:encoded>
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